Instituição

  • História da Instituição
  • Missão, Visão e Valores
  • Organigrama
  • Orgãos Sociais
  • Documentos Institucionais

Prólogo

Três fundamentos, para a existência da SANCRIS:

PRIMEIRO - O alarme demográfico após a leitura dos Censos 2001, dominou-nos pelo notável crescimento da longevidade dos Fregueses de Malta.

Cresciam sinais muito sérios, de evidente falta de proteção, como de convívio familiar e comunitário para pessoas idosas; e, especialmente, as de frágeis recursos.

Nas consciências dum círculo de pessoas de sensibilidades coincidentes, começou a fomentar-se a ideia duma valência social para esta específica área demográfica, com incidência no apoio, proteção e convívio comunitário, que de algum modo mitigasse a já visível quebra das valências familiares.

Fruto desta maturação nasceu em 2005, a SANCRIS - Associação de Solidariedade Social Santa Cristina de Malta.

SEGUNDO – Na busca duma sede suscetível de albergar e viabilizar o projeto que os estatutos objetivam, acabamos por ser abalados na nossa crença por uma resposta às nossas pretensões do, ao tempo, Secretário de Estado da Segurança Social que, aparentemente frívola, nos despertou para uma reflexão importantíssima. Que foi a seguinte: -“Só vejo uma solução para o vosso problema, que é o de encontrarem um MECENAS” - disse ele.

· Como?...  numa freguesia pobre como a nossa, havemos de encontrar um mecenas?...

· Matutando na história geracional da nossa Freguesia, lá recuamos até fins do seculo XIX, e aí sim!... Esbarramo-nos com o nosso grande benfeitor – António Pereira Ramos de Almeida. Único mecenas da Freguesia de Malta.

· Lido o seu testamento e suas intenções sociais, percebemos as sobras patrimoniais deste, cujas apenas ofereciam uma residual utilidade à Freguesia de Malta; pelo que, através de quem de direito, avançou uma proposta generosa e expressa à Assembleia de Freguesia (que a aprovou por unanimidade), no sentido de serem aquelas consideradas pela Junta de Freguesia como prescindíveis, doadas à serventia prioritária da solidariedade social, através da SANCRIS (que, a fim do objetivo central dos seus estatutos, também unanimemente as aceitou).

A partir do seu estabelecimento em sede própria, começou a desenvolver-se nova equação, de cuja complexidade se não conhece ainda todas as variáveis; no entanto, uma há no imediato que é a da função de Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário. E que para isso obriga a uma readaptação predial de modo a servir as exigências oficiais desta valência. Como outras se seguirão.

 

TERCEIRO – A sua sustentabilidade.

· Sendo uma instituição classificada (IPSS) e marcadamente isenta de pretensões lucrativas, começa por perceber que só a angariação dum grande número de sócios lhe pode dar sustentabilidade. Esse esforço de muitos escolhos está em curso.

· A busca e sensibilização da benemerência de sócios e outras instituições que a pratiquem em favor desta importante sustentabilidade, é outra das vertentes para o efeito.

Finalmente, é da fundamentação em alento centrado na Constituição Portuguesa, que como luz longínqua mas avisadora do drama demográfico das pessoas idosas, pela visível erosão da coesão familiar, que nós estamos convictos da importância desta matriz social que a SANCRIS conseguirá materializar, também com a tua ajuda.

Subscreve - o sócio nº 1: Arnaldo do Carmo Reis

A SANCRIS – Associação de Solidariedade Social Santa Cristina de Malta, instituição particular de solidariedade social, constituída como associação de solidariedade social em 2 de Agosto de 2005 e reconhecida como Pessoa Coletiva de utilidade pública pelo seu registo definitivo em 31 de janeiro de 2006, conforme  inscrição nº 25/2006, a fls.37 vº e 38 do livro nº 11 das associações de solidariedade social, publicado em Diário da Republica em 1 de Julho de 2006, inscreve-se neste novo paradigma de entender a sua população sénior, depósito de sabedoria e cultura, como um ativo capaz de competir, reformar e reinventar completamente a Velhice.

Sendo proprietária, por doação, de um imóvel situado junto do Largo de Sta. Apolónia, área central de grande herança histórica da freguesia de Malta e Canidelo, o imóvel sofreu a devida reabilitação com respeito pela traça de origem, possuindo um extenso jardim onde a luz e o verde se propagam pelo espaço envolvente sem qualquer descaraterização.

A SANCRIS tendo por objetivo a diversificação de modelos tradicionais com perfeita adequação à realidade económica, social e cultural da freguesia que tão bem conhece, conhecedora da problemática gerontológica e da necessidade de uma nova forma de gestão do Envelhecimento, iniciou em  6 de Maio  de 2013 a sua atividade direcionada para os mais idosos, como Centro de Convívio.

1.  MISSÃO

Desenvolver a cooperação e a solidariedade entre as pessoas na base de atividades inerentes à problemática da população sénior, promovendo o estudo e identificação de situações de carências sociais com a implementação de serviços de apoio às carências identificadas.

2.  VISÃO

Promoção de um espaço onde o bem-estar físico, mental e social dos utentes seja otimizado, fomentador de coping e da alegria de viver, no respeito pela variabilidade interindividual (circunstâncias, aspirações e expectativas).   

3. VALORES

3.1 Valores éticos:

- Respeito pela dignidade humana atendendo às especificidades de cada indivíduo;

- Cooperação, solidariedade, honestidade, verdade e lealdade;

- Ações e comportamentos que visem criar um clima de fraternidade dentro da instituição;

- Respeito pelas regras e normas da instituição.

3.2 Valores profissionais:

- Qualidade dos serviços;

- Profissionalismo dos seus colaboradores;

- Procura constante da melhoria.

3.3 Valores organizacionais:

Valorização das competências dos colaboradores;

- Reconhecimento da população sénior como um ativo a valorizar;

- Fomentar o trabalho em equipa;

- Motivar a especialização e desempenho dos colaboradores;

- Implementar a inovação e a responsabilidade social;

- Valorização dos desafios pela busca do aperfeiçoamento constante;

- Valorização das ações com a comunidade local.

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

Presidente - Doutor Carlos Alberto da Silva Lopes

Primeiro Secretário - Gabriel José Fernandes dos Santos

Segundo Secretário - Joaquim Ramos Oliveira

 

DIREÇÃO

Presidente - Maria de Lourdes Maia de Castro Azevedo Maia

Vice-presidente - Ana Cristina Ramos Neves Pinho

Secretário - Domingos Manuel Almeida Ambrósio

Tesoureiro - José da Silva Mota

Vogal - José Luís da Silva

 

CONSELHO FISCAL

Presidente - Juliana Patrícia Oliveira da Silva Faia

Vogal - Maria Elsa Marques da Silva

Vogal - Arnaldo do Carmo Reis

Este website usa cookies para melhorar a experiência do utilizador. Ao continuar a utilizar o website, assumimos que concorda com o uso de cookies. Aceito Ler Mais